Coração, me desculpe
Acho que te machuquei de novo
Sinceramente, eu sinto muito
Deixei minha desconfiança predominar
Abandonei minha emoção, quanto descuido
Não sei se magoei uma pessoa que disse me amar
Ah, coração, talvez eu seja mesmo bruto
Talvez não consiga me entregar,
Pois sempre que encontro uma dama, me iludo.
Voltei a me isolar, cercado pelas paredes
Estou perdendo aquela imaginação
Quero respirar sem chorar, lágrimas caem às vezes
Sim, caminho em direção a comadre, Solidão.
Coração, sabes bem o que tenho feito
Dos lábios que beijei em desespero
Buscando aquela paz no peito,
Que pareço ter perdido, e não tem jeito
Ah, se fosse tão fácil assim curar,
Daquele sentimento de nunca se encaixar
Ah, se eu pudesse no passado voltar,
Várias e várias fotos de recordação eu iria tirar e guardar
Hoje o que me resta é sonhar e não vivenciar
Romantizar em textos sem sequer me entregar,
Aos momentos, a brisa do vento, aos seios do tempo
Estou velejando para uma ilha já visitada, que sofrimento.
domingo, 17 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Mensagem Enviada
Estarei escrevendo aqui uma dedicatória
Para uma sereia impiedosa
Que me seduziu com beijos majestosos
E aqui me vejo com pensamentos,
De tê-la novamente, talvez em momentos.
Escrevo para você,
Perdão se não gostar do que irás ler
Escrevo por querer, sem querer
Um texto, disperso, imerso
Com o coração palpitando, eu confesso
Desejos, em meus versos são encobertos
Como uma folha escondida no inverno
Eu proclamo, usufruindo de palavras
Belos são os seios que toquei, que senti
Singelos são os beijos que gostei de sentir
Alegre foi o estado que fiquei, que tédio, não?
Envio um texto aqui pelo celular,
Querendo te encontrar hoje
Para te abraçar e afastar essa dor que sinto,
E que parece não querer desapegar.
Escrevo por gostar de poetar
Escrevo para te agradar, sei lá
Escrevo para alegrar ou encantar
Mesmo sabendo que irei fracassar
Escrevo para acobertar o desejo de te beijar.
Para uma sereia impiedosa
Que me seduziu com beijos majestosos
E aqui me vejo com pensamentos,
De tê-la novamente, talvez em momentos.
Escrevo para você,
Perdão se não gostar do que irás ler
Escrevo por querer, sem querer
Um texto, disperso, imerso
Com o coração palpitando, eu confesso
Desejos, em meus versos são encobertos
Como uma folha escondida no inverno
Eu proclamo, usufruindo de palavras
Belos são os seios que toquei, que senti
Singelos são os beijos que gostei de sentir
Alegre foi o estado que fiquei, que tédio, não?
Envio um texto aqui pelo celular,
Querendo te encontrar hoje
Para te abraçar e afastar essa dor que sinto,
E que parece não querer desapegar.
Escrevo por gostar de poetar
Escrevo para te agradar, sei lá
Escrevo para alegrar ou encantar
Mesmo sabendo que irei fracassar
Escrevo para acobertar o desejo de te beijar.
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domingo, 20 de janeiro de 2019
Convite
Venha passar um tempo comigo
Esqueça seus problemas, olhe para mim
Eu vou te apresentar um novo mundo,
Encantador, onde poderemos ficar juntos.
Deixe de lado o estresse do cotidiano
Guarde no armário os seus prantos
Deixe-me apreciar seus olhos lindos,
Castanhos, que viajam por entre meus sonhos.
Deite-se junto ao meu coração
Sinta o seu bater, sinta a sua imensidão
E, em terras desconhecidas, mares e ilhas,
Faremos nosso lar, nosso ninho, nossa vida.
Pegue minha mão, vamos voar
Para algum lugar onde a lua nos ame,
E nós permita compartilhar do seu calor
Por favor, eu posso te beijar?
Esqueça seus problemas, olhe para mim
Eu vou te apresentar um novo mundo,
Encantador, onde poderemos ficar juntos.
Deixe de lado o estresse do cotidiano
Guarde no armário os seus prantos
Deixe-me apreciar seus olhos lindos,
Castanhos, que viajam por entre meus sonhos.
Deite-se junto ao meu coração
Sinta o seu bater, sinta a sua imensidão
E, em terras desconhecidas, mares e ilhas,
Faremos nosso lar, nosso ninho, nossa vida.
Pegue minha mão, vamos voar
Para algum lugar onde a lua nos ame,
E nós permita compartilhar do seu calor
Por favor, eu posso te beijar?
Corpos Nu
Não me ignore, minha princesa
Estou batendo ao seu portão, aflito
Perdão pelas minhas tolas incertezas
Desça, venha, fale comigo
Não sei o que fazer para que você me escute
Abra a janela, por favor, estou sentindo frio,
Não me deixe aqui aos cães e uivos.
Veja a lua, se lembre daquele entardecer
Em que estávamos nos amando, amantes
Nada mudou, eu amo apenas você
Minha musa, medusa, que me petrifica em instantes
Minha musa, me seduza com os seus olhos de diamante.
Escrevo no trabalho, como um tolo escravo
Algemado ao nosso conto encantado
Entusiasmado com os seus beijos molhados
Escrevo com detalhes os meus sonhos e realidade
Peço-te, então, o seu abraço, seu carinho, seu amasso.
Queria voltar para casa, cansado, e te encontrar
Em minha cama, pelados iríamos nos amar
Não consigo me controlar ao te olhar em fotos
Como aquela com o vestido, aquele tecido lindo
Misturado com o seu sorriso tão atrativo
Quero te beijar, nossas línguas a entrelaçar
Quero te tocar, corpos a suar.
Suba sobre mim, faça-me sentir feliz
Pule sobre mim, deixe-me mais que afim
Por ti eu ficarei rígido como marfim
Para tê-la, eu viajaria mares sem fim sem dormir
Apenas para vê-la, senti-la, entretê-la.
Eu vou dizer o que todos já sabem
Sinto falta de você e de seu abraço suave
Escrevo aqui sonolento, já está tarde
Apenas para expressar minha verídica saudade
Apenas para explorar quem me proporciona felicidade.
Escolhi essa noite para lhe dedicar esses versos
Escolhi essas palavras para demonstrar gestos,
De carinho, de cumplicidade, de amor eterno
Também decidi arriscar novamente uma poesia,
Talvez para tentar persuadir alguém para que ela seja minha
Não sei bem, mas a quero fazendo dueto em minha vida.
Estou batendo ao seu portão, aflito
Perdão pelas minhas tolas incertezas
Desça, venha, fale comigo
Não sei o que fazer para que você me escute
Abra a janela, por favor, estou sentindo frio,
Não me deixe aqui aos cães e uivos.
Veja a lua, se lembre daquele entardecer
Em que estávamos nos amando, amantes
Nada mudou, eu amo apenas você
Minha musa, medusa, que me petrifica em instantes
Minha musa, me seduza com os seus olhos de diamante.
Escrevo no trabalho, como um tolo escravo
Algemado ao nosso conto encantado
Entusiasmado com os seus beijos molhados
Escrevo com detalhes os meus sonhos e realidade
Peço-te, então, o seu abraço, seu carinho, seu amasso.
Queria voltar para casa, cansado, e te encontrar
Em minha cama, pelados iríamos nos amar
Não consigo me controlar ao te olhar em fotos
Como aquela com o vestido, aquele tecido lindo
Misturado com o seu sorriso tão atrativo
Quero te beijar, nossas línguas a entrelaçar
Quero te tocar, corpos a suar.
Suba sobre mim, faça-me sentir feliz
Pule sobre mim, deixe-me mais que afim
Por ti eu ficarei rígido como marfim
Para tê-la, eu viajaria mares sem fim sem dormir
Apenas para vê-la, senti-la, entretê-la.
Eu vou dizer o que todos já sabem
Sinto falta de você e de seu abraço suave
Escrevo aqui sonolento, já está tarde
Apenas para expressar minha verídica saudade
Apenas para explorar quem me proporciona felicidade.
Escolhi essa noite para lhe dedicar esses versos
Escolhi essas palavras para demonstrar gestos,
De carinho, de cumplicidade, de amor eterno
Também decidi arriscar novamente uma poesia,
Talvez para tentar persuadir alguém para que ela seja minha
Não sei bem, mas a quero fazendo dueto em minha vida.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Um Novo Ano
Retorno hoje ao papel, desanimado
Que surpresa, não? Meu coração está enraivecido
Descontrolado, me sinto com uma vontade indescritível
Quero saciar um sentimento bruto e inadmissível.
Natal e eu aqui, escrevendo com puro ódio
Só querendo deitar com a pele sobre o chão frio,
Para ver se esfria um pouco, se me deixa mais sóbrio
Não estou feliz, tão pouco estava este ano
Não sei o que deu em mim, me sinto preso ao abandono
Escrevo sem qualquer prazer ou doçura
Escrevo pois não há o que fazer em meio a tortura.
Não estava esperançoso quanto ao final de 2018
Estou parecendo Scrooge, detestando tudo e a todos
Só quero me afastar, de pessoas falsas e más
Só quero me deixar levar para algum lugar onde eu possa me deitar
Estou com vontade de chorar, enganos que me recuso a apagar
Estou com vontade de gritar, mágoas que não me deixam sonhar
Quero apenas dormir e sumir por algumas horas
Quero apenas sorrir, sem o perigo de levar uma facada nas costas.
Está sendo difícil encontrar um aconchego no exílio
Estou me esforçando muito, acredite nisso, meu amigo
Perdi a conta de quantas foram as palavras tóxicas que eu tomei
Dos "Eu te amo" que eu escutei,
E dos tropeços que eu não evitei
Talvez eu não sobreviva ao ano que vem.
Estava eu aqui, buscando me apaixonar
Mal sabia eu que se tornaria uma odisseia, pronta para me machucar
Damas e mais damas surgiram, para me enganar
Magoado, comecei a imaginar a tal musa
A tal mulher verdadeira, a que "veste e honra a blusa".
Tentei muito usar da criatividade
Mas os textos românticos acabaram ficando escassos
Tentei muito ter sonhos agradáveis
Mas, as lágrimas do passado mancharam o meu colchão
E aqui me encontro, escrevendo um texto em depressão
Festa natalina? Não, depressão
Depressão, depressão... depressão.
Eu pensava que a minha sinceridade seria minha arma
Mas, agora vejo que ela foi totalmente desarmada
Ah aqueles que falam que eu me apaixono fácil
Outros, que sou muito frio, típico de Aquário
Eu não falo nada, não ouço, me calo, fico de cabeça baixa
Mas, sinto falta daquele tempo da Garota 42
Sinto muito hoje aquela saudade que sempre volta, depois
Vitoria, o nome que desencadeou os meus textos
Esqueci seu rosto, seu cheiro sumiu no frio
Esqueci o gosto dos seus beijos vívidos
Mas, não se foi da mente sua sinceridade, simplicidade, felicidade
E estou em busca dessas qualidades, não para recriar sua imagem,
Mas, por que sei que me sentirei bem,
Com uma pessoa dessas do meu lado, assim, estarei apaixonado.
Se eu parar para pensar,
Sei que ficarei louco e irei me isolar
Se eu parar para pensar,
Sei que não aguentarei e começarei a chorar
Porém, não sei dizer bem o motivo de tudo isso
Acho que a minha vida está caminhando em círculos
Não sinto o progresso, não me sinto evoluindo
Está sendo difícil pensar, sonhar, amar
Está difícil imaginar um lugar bom para se estar
Mas, eu tenho tentado, mas, logo irá se ausentar,
Aquela parte de mim que deu início aos meus versos
Aquela parte de mim que murmurava amores eternos.
Ainda assim, procurei um momento para escrever
Sozinho, indago quem sou e quem posso ser
Estou me esforçando para fazer aquelas antigas dedicatórias
Mas, ainda não encontrei quem me despertasse a inspiração
Tudo que encontro são desejos e excitação, que nobre emoção, não?
Comecei a escrever músicas, acredita?
Criei um novo hobby, imagina?
Mas, ainda não me desfiz dos pensamentos suicidas
Nem mesmo do desejo de encontrar uma dama, algum dia
Dia esse que talvez demore, leve décadas
Mas, a minha busca, mesmo que cega, é singela
Muitas candidatas apareceram, muitas palavras, elogios,
Mas, busco alguém especial, que eu possa compartilhar
Meu amor, minhas tristezas, meu carinho.
Que surpresa, não? Meu coração está enraivecido
Descontrolado, me sinto com uma vontade indescritível
Quero saciar um sentimento bruto e inadmissível.
Natal e eu aqui, escrevendo com puro ódio
Só querendo deitar com a pele sobre o chão frio,
Para ver se esfria um pouco, se me deixa mais sóbrio
Não estou feliz, tão pouco estava este ano
Não sei o que deu em mim, me sinto preso ao abandono
Escrevo sem qualquer prazer ou doçura
Escrevo pois não há o que fazer em meio a tortura.
Não estava esperançoso quanto ao final de 2018
Estou parecendo Scrooge, detestando tudo e a todos
Só quero me afastar, de pessoas falsas e más
Só quero me deixar levar para algum lugar onde eu possa me deitar
Estou com vontade de chorar, enganos que me recuso a apagar
Estou com vontade de gritar, mágoas que não me deixam sonhar
Quero apenas dormir e sumir por algumas horas
Quero apenas sorrir, sem o perigo de levar uma facada nas costas.
Está sendo difícil encontrar um aconchego no exílio
Estou me esforçando muito, acredite nisso, meu amigo
Perdi a conta de quantas foram as palavras tóxicas que eu tomei
Dos "Eu te amo" que eu escutei,
E dos tropeços que eu não evitei
Talvez eu não sobreviva ao ano que vem.
Estava eu aqui, buscando me apaixonar
Mal sabia eu que se tornaria uma odisseia, pronta para me machucar
Damas e mais damas surgiram, para me enganar
Magoado, comecei a imaginar a tal musa
A tal mulher verdadeira, a que "veste e honra a blusa".
Tentei muito usar da criatividade
Mas os textos românticos acabaram ficando escassos
Tentei muito ter sonhos agradáveis
Mas, as lágrimas do passado mancharam o meu colchão
E aqui me encontro, escrevendo um texto em depressão
Festa natalina? Não, depressão
Depressão, depressão... depressão.
Eu pensava que a minha sinceridade seria minha arma
Mas, agora vejo que ela foi totalmente desarmada
Ah aqueles que falam que eu me apaixono fácil
Outros, que sou muito frio, típico de Aquário
Eu não falo nada, não ouço, me calo, fico de cabeça baixa
Mas, sinto falta daquele tempo da Garota 42
Sinto muito hoje aquela saudade que sempre volta, depois
Vitoria, o nome que desencadeou os meus textos
Esqueci seu rosto, seu cheiro sumiu no frio
Esqueci o gosto dos seus beijos vívidos
Mas, não se foi da mente sua sinceridade, simplicidade, felicidade
E estou em busca dessas qualidades, não para recriar sua imagem,
Mas, por que sei que me sentirei bem,
Com uma pessoa dessas do meu lado, assim, estarei apaixonado.
Se eu parar para pensar,
Sei que ficarei louco e irei me isolar
Se eu parar para pensar,
Sei que não aguentarei e começarei a chorar
Porém, não sei dizer bem o motivo de tudo isso
Acho que a minha vida está caminhando em círculos
Não sinto o progresso, não me sinto evoluindo
Está sendo difícil pensar, sonhar, amar
Está difícil imaginar um lugar bom para se estar
Mas, eu tenho tentado, mas, logo irá se ausentar,
Aquela parte de mim que deu início aos meus versos
Aquela parte de mim que murmurava amores eternos.
Ainda assim, procurei um momento para escrever
Sozinho, indago quem sou e quem posso ser
Estou me esforçando para fazer aquelas antigas dedicatórias
Mas, ainda não encontrei quem me despertasse a inspiração
Tudo que encontro são desejos e excitação, que nobre emoção, não?
Comecei a escrever músicas, acredita?
Criei um novo hobby, imagina?
Mas, ainda não me desfiz dos pensamentos suicidas
Nem mesmo do desejo de encontrar uma dama, algum dia
Dia esse que talvez demore, leve décadas
Mas, a minha busca, mesmo que cega, é singela
Muitas candidatas apareceram, muitas palavras, elogios,
Mas, busco alguém especial, que eu possa compartilhar
Meu amor, minhas tristezas, meu carinho.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
Malévola
Pois é, meu querido caderno
Magoei-me de novo, como sempre
Fui enganado por um rostinho meigo e esperto
Mas, estou bem, nada mudará entre a gente
Estou escrevendo sem lágrimas, feliz?
Acho até que, desta vez, fui até sagaz.
Eu não quis acreditar no início
Pensei que deveria ser uma brincadeira, "Ah, era isso"
Mas, não, a realidade me magoou novamente
Caderno, ainda procuro a sinceridade, pacientemente
Não sei, talvez eu sofra tanto por tentar ser diferente
Talvez eu devesse ser mais recluso, antissocial
Qualquer coisa para me afastar deste mal.
Tem se tornado difícil escrever, meu amigo
Se eu te usar como sempre usei, irei lhe tatuar
"O quanto estou me sentindo sozinho"
Não sei o que fazer, todos estão me machucando
As mentiras me envolveram e me sufocaram, como uma sucuri
Tenho medo que elas consigam me engolir
Minha mente está frágil, caderno, muito frágil
Mesmo com o clima natalino, me sinto para baixo
Cabisbaixo, desorientado, desanimado, opaco
Preciso da luz, caderno, preciso tanto dela
Desta vez o vilão se tornara as belas Cinderelas
Talvez eu devesse me apaixonar pelo dragão, pela Malévola
Talvez assim, eu não sofra mais pelas quedas.
Magoei-me de novo, como sempre
Fui enganado por um rostinho meigo e esperto
Mas, estou bem, nada mudará entre a gente
Estou escrevendo sem lágrimas, feliz?
Acho até que, desta vez, fui até sagaz.
Eu não quis acreditar no início
Pensei que deveria ser uma brincadeira, "Ah, era isso"
Mas, não, a realidade me magoou novamente
Caderno, ainda procuro a sinceridade, pacientemente
Não sei, talvez eu sofra tanto por tentar ser diferente
Talvez eu devesse ser mais recluso, antissocial
Qualquer coisa para me afastar deste mal.
Tem se tornado difícil escrever, meu amigo
Se eu te usar como sempre usei, irei lhe tatuar
"O quanto estou me sentindo sozinho"
Não sei o que fazer, todos estão me machucando
As mentiras me envolveram e me sufocaram, como uma sucuri
Tenho medo que elas consigam me engolir
Minha mente está frágil, caderno, muito frágil
Mesmo com o clima natalino, me sinto para baixo
Cabisbaixo, desorientado, desanimado, opaco
Preciso da luz, caderno, preciso tanto dela
Desta vez o vilão se tornara as belas Cinderelas
Talvez eu devesse me apaixonar pelo dragão, pela Malévola
Talvez assim, eu não sofra mais pelas quedas.
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Vida
domingo, 2 de dezembro de 2018
Vasto Vazio
Ontem eu dormi triste, lembrei do passado
Às vezes isso acontece, é culpa do acaso
Por que eu estava triste? Não sei
Tantas foram as lágrimas que já chorei,
Que hoje, quando me lembro delas, amoleço.
Quando eu estava prestes a cair em depressão,
Fui resgatado por alguém que cuidou do meu coração
Hoje estou sozinho, sem ninguém para me acudir na solidão
Comecei a escrever textos sem nenhuma paixão.
Quero rejuvenescer o meu verso
Não quero continuar criando-o no inverno
Preciso aquecê-lo o mais rápido possível
Preciso restaurar meu antigo sorriso.
Comecei a sentir aquele vazio
Deixado por quem já não está mais comigo
E ele me amedronta tanto quanto um pesadelo
E acabo ficando com medo, e com receio de que ele não se vá
Sinto-me, então, um inocente aprisionado em Alcatraz.
Às vezes isso acontece, é culpa do acaso
Por que eu estava triste? Não sei
Tantas foram as lágrimas que já chorei,
Que hoje, quando me lembro delas, amoleço.
Quando eu estava prestes a cair em depressão,
Fui resgatado por alguém que cuidou do meu coração
Hoje estou sozinho, sem ninguém para me acudir na solidão
Comecei a escrever textos sem nenhuma paixão.
Quero rejuvenescer o meu verso
Não quero continuar criando-o no inverno
Preciso aquecê-lo o mais rápido possível
Preciso restaurar meu antigo sorriso.
Comecei a sentir aquele vazio
Deixado por quem já não está mais comigo
E ele me amedronta tanto quanto um pesadelo
E acabo ficando com medo, e com receio de que ele não se vá
Sinto-me, então, um inocente aprisionado em Alcatraz.
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